Category Archives: ANARQUISTAS PRESXS

Comunicado de Alejandro Centoncio, preso por luta rueira

via PUBLICACION REFRACTARIO

https://publicacionrefractario.files.wordpress.com/2013/12/molotovusach.jpg?w=300&h=225

Comunicado da penitenciária sul de Santiago:

“Em 29 de março de 2017, fui preso acusado de portar uma bomba molotov.

Isso aconteceu no contexto da comemoração do dia do jovem combatente no Chile. A atual lei de controle de armas no Chile considera coquetel molotov como uma arma de fogo. Uma lei desproporcional cujo único propósito é a repressão do protesto de rua. Hoje, já estou há 9 meses na prisão. É o meu círculo mais próximo que sofre esta situação comigo. Submerso no lixo diário, percebo plenamente como essa sociedade precisa de prisões para sobreviver.

Minha situação é uma montagem absurda. O suposto molotov que estão colocando nas minhas costas é feito com… parafina (querosene). Sabe-se que um molotov não é feito com esse elemento… mas para justiça deles, é o suficiente para pedir uma sentença que varia de 3 a 5 anos de prisão efetiva.

Hoje não me sobra mais que procurar solidariedade, e ação e arrogância contra um sistema bastardo que não hesita em esmagar e encarcerar todo o seu entorno, apenas por causa das idéias rebeldes contra este mundo tétrico de prisões e carcereiros.

Faço um chamado para mostrar solidariedade a todxs xs presxs do mundo.

A atuar…

E faça deste mundo uma fogueira em que todas as prisões desapareçam.

Alejandro Centoncio desde a ex-penitenciária de Santiago, Chile

Valparaiso: Pedem vinte anos para xs processadxs por distúrbios no 21 de maio de 2016 que terminaram com um guarda sufocado

via PUBLICACION REFRACTARIO

“Solidariedade anticarcerária com xs detidxs acusadxs de incendio no dia 21 de maio em Valparaíso/ A mídia aponta e a polícia dispara. A derrubar as fantasias da promotoria. Liberdade axs detidxs!”

Finalmente, a acusação decidiu fechar a investigação contra xs 6 processadxs pelo ataque incendiário a uma farmácia, que se espalhou por todo o prédio durante os distúrbios de 21 de maio de 2016, onde morreu asfixiado um guarda municipal.

O poder solicita as seguintes penalidades contra xs companheirxs:

Miguel Ángel Varela: acusado por incendio seguido de morte. A acusação pede 20 anos de prisão.

Felipe Ríos: acusado de incendio seguido de morte. A acusação pede 20 anos de prisão.

Constanza Gutiérrez: acusada como co-autora por fornecer os meios para o crime principal se materializar. A acusação solicita 15 anos de prisão.

Hugo Barraza: acusado como co-autoria por fornecer os meios para o crime principal se materializar. A acusação solicita 15 anos de prisão.

Nicolás Bayer: acusado como co-autor por fornecer os meios para o crime principal se materializar. A acusação solicita 15 anos de prisão.

Rodrigo Araya: acusado como co-autor por fornecer os meios para que o crime principal se materializar. A acusação solicita 15 anos de prisão.

Lembre-se de que todxs estão na rua, depois de enfraquecer fortemente as evidências na audiência de formalização. É de se esperar que logo se realize a preparação do julgamento oral e, finalmente, o julgamento.

Solidariedade com xs processadxs: A defender e agitar a luta rueira!

 

 

Sardenha – Atualizações sobre Paolo

via ROUND ROBIN

Paolo está em Uta [Província de Cagliari, Sardenha], ele está bem, ele está em uma ala com xs outrxs prisioneirxs e em uma cela com um dos dois cúmplices com quem ele foi preso. Ele pediu alguns selos. Não há notícias sobre datas de audiência ou qualquer outra coisa, nesta semana ele teve suas primeiras visitas e não parece ter problemas para receber cartas.

Para escrevê-lo:

Casa Circondariale Ettore Scalas
2 strada ovest Z.I.
Macchiareddu,
09010 Uta
Sardinia

Mais atualizações em breve.

Chile – Jornada Anti-Carcerária em Solidariedade com Nataly, Juan e Enrique

via TURBA NEGRA

Difundo a partir da publicação da Coordinadora Anticarcelaria La Fuga e mando forças axs compas que estão levantando essa movida em solidariedade axs compas presxs: Juan, Nataly e Enrique.

O julgamento contra xs companheirxs foi iniciado em 24 de março desse ano, e após um longo julgamento, as condenações e acusações da acusação são as seguintes:

Enrique Guzmán: acusado da confecção do dispositivo explosivo utilizado no 1º Delegacia do centro de Santiago. Formalizado pela lei antiterrorista, a acusação pede 10 anos de prisão.

Nataly Casanova: acusada da confecção do dispositivo explosivo utilizado no 1º Delegacia do centro de Santiago, da colocação do dispositivo explosivo no metrô, posse de material para fabricação de material explosivo. Formalizada pela lei antiterrorista, a promotoria pede 20 anos de prisão.

Juan Flores: acusado da colocação do dispositivo explosivo utilizado no 1º Delegacia do centro de Santiago, da colocação do dispositivo explosivo no metrô, da colocação do dispositivo explosivo no subcentro. Formalizado pela lei antiterrorista, a promotoria solicita uma sentença perpétua contra ele.

Abaixo o estado policial e suas montagens no Caso Bombas 2.
Liberdade à Nataly, Juan, Enrique e todxs xs presxs em luta!

Domingo 19 de novembro
do lado de fora da prisão de San Miguel

A partir das 11hs

*Assessoria legal e penitenciária para familiares e próximxs de pessoas encarceiradas.
*Conversa com compas de 81 Razones x Luchar, Observatorio Social Penitenciario, coordenador do DDHH Mauricio Hernandez e outrxs compas.
*Música, olla común e atividades para crianças

Cagliari, Itália – Anarquista Paolo preso por roubo

via Nobordersard

Tradução TURBA NEGRA

Cagliari, Itália – Anarquista Paolo preso por roubo

Na terça-feira, 31 de outubro, nosso companheiro Paolo foi preso junto com dois companheiros, logo após o assalto ao escritório dos correios no subúrbio de Cagliari. Depois de deixarem o escritório de correios, eles tentaram fugir, mas a infâmia de uma testemunha forneceu informações muito precisas aos policiais, que, portanto, conseguiram organizar um cerco e interceptá-los enquanto eles estavam fugindo.

Eles não ofereceram resistência. As roupas e as armas usadas no assalto foram encontradas no carro.

Toda a nossa proximidade e solidariedade para eles. Nós não sabemos por que eles fizeram essa escolha, e nós não nos importamos. Sabemos que quem organiza para privar o Estado e os patrões do que eles precisam, faz o certo, sempre.

Mas, estamos enojadxs por aquelas pessoas que, por um “senso de dever cívico” (expressão usada pelo chefe da polícia de Cagliari), criticam aquelxs que se organizam e agem para ter o que precisam, tirando o que por natureza é o pior explorador no mundo, o Estado.

Do lado daqueles que não abaixam a cabeça.

O final do julgamento sobre o subcentro se aproxima

via PUBLICACION REFRACTARIO

Durante a última quinzena de novembro, espera-se que o macroprocesso iniciado sob a lei antiterrorista pelos ataques contra o subcentro, o metrô “los dominicos” e duas estações de polícia em Santiago chegue ao fim.

O chamado “Caso Bombs 2”, iniciado há mais de dois anos contra xs companheirxs Enrique Guzman, Nataly Casanova e Juan Flores, tem aproximadamente 7 meses de julgamento sob a lei antiterrorista, são finalmente por esses dias que o processo está se concluindo. Após os argumentos de encerramento, é de se esperar o veredicto que  o tribunal oral penal* decidirá inocência ou culpa e por qual crime, para então – no caso de ser condenadxs culpadxs – ditar a sentença.

É necessário lembrar que, após esta instância, tanto a defesa quanto a promotoria podem recorrer da decisão, porque, se este é um giro da engrenagem judicial contra xs companheirxs, não é o último.

Lembre-se das acusações e penalidades que o poder solicita contra Enrique, Nataly e Juan:

  • Enrique Guzmán: acusado pela confecção do artefato explosivo usado no 1º Posto Policial de Santiago Centro. Enquadrado pela lei antiterrorista, a promotoria solicita 10 anos de prisão.
  • Nataly Casanova: acusada pela confecção do dispositivo explosivo utilizado no 1º Posto Policial de Santiago Centro, da colocação do dispositivo explosivo no vagão de metrô da estação “los dominicos”, posse de material para fabricação de material explosivo. Enquadrada pela lei antiterrorista, a promotoria pede 20 anos de prisão.
  • Juan Flores: acusado pela colocação do dispositivo explosivo utilizado no 1º Posto Policial de Santiago Centro, da colocação do dispositivo explosivo no vagão de metrô da estação “los dominicos”, da colocação do dispositivo explosivo no subcentro. Enquadrado pela lei antiterrorista, a promotoria solicita uma sentença perpétua contra ele.

Solidariedade combativa frente à inquisição democrática!

*“tribunal penal oral” é um tribunal ordinário de única instância.

“EXPERIMENTANDO A VINGATIVIDADE DO SISTEMA”

via ACT FOR FREEDOM NOW

“Carta dxs compas anarquistas Vaggelis Stathopoulos e Christoforos Kortesis”

Experimentando a vingatividade do sistema

Sete anos e meio depois da nossa prisão em abril de 2010 no caso da Luta Revolucionária, na terça-feira 24/10 seu julgamento de segundo grau terminou. E este tribunal ratificou o óbvio com a sua decisão: através dele fomos declarados oponentes do regime e tratados como tal. Quanto a nós, a nossa condenação de 6 anos de prisão — acrescida com formação de organização terrorista, uma carga-chave para acusações – é devida exclusivamente ao que declaramos desde o primeiro momento em que recusamos a acusação: nossa identidade política e ação como anarquistas, bem como a nossa atitude insubordinada em relação a todos os processos de investigação e judicial.

A vingança dos mecanismos de acusação penetra em todos os estágios da nossa acusação, que culminou em reclusão após a decisão mais recente. Para o restante da nossa sentença que ainda temos de cumprir (5 meses e 8 meses, respectivamente), o promotor de sentenças Drakos teve um cuidado especial quanto a nós, enviando-nos para as prisões de Alikarnassos e Kerkira, respectivamente, isolando-nos daqueles que estão perto de nós e nossos ambiente político.

Claro, todos nós estamos acostumadxs a ouvir histórias de repressão com os vários tipos de “Drakos”: quando, um ano após nossas prisões, o conselho de 12 meses de prisão liberou-nos devido à falta de provas, foi o procurador da Suprema Corte Ioannis Tentes que apelou esta decisão e confirmou o caráter político da nossa acusação. Quando, um mês antes da decisão do primeiro julgamento, o então o ministro da Proteção dos Cidadãos Nikos Dendias enviou um documento informal com “terroristas perigosos” para o “jornalismo independente”, que inclui os nomes de muitos outros camaradas, ele não fez mais do que confirmar o “idionymon”* moderno para aquelxs que resistem.

Mesmo até o dia da decisão de apelação, quer dizer, por 4,5 anos, nós permanecemos livres (com restrições). Nós não fomos “corrigidos” todos esses anos, também não iremos. Nós continuamos sempre com a destruição de estado e capital como nosso horizonte ao lado dxs oprimidxs e aquelxs que lutam por um mundo de igualdade, liberdade e solidariedade.

Do centro de detenção provisória na rua Petrou Ralli, algumas horas antes nossa transferência.

Vaggelis Stathopoulos, Christoforos Kortesis.

* lei “relativa a medidas de segurança para o estabelecimento social e proteção da liberdade”, introduzida pelo governo Venizelos em 1929 com o objetivo de penalizar as idéias insurrecionais e, em particular, desencadear acusações contra comunistas, anarquistas e reforçar a repressão
contra as mobilizações sindicalistas.

 

 

 

 

 

Atenas: o primeiro julgamento de apelação do grupo Luta Revolucionária, que começou em 22 de maio de 2015, terminou em 25 de outubro de 2017

via ACT FOR FREEDOM NOW

tradução tormentas de fogo

O Tribunal de Apelação de cinco membros terminou após dois anos e meio de sessões na prisão feminina de Korydallos.

O Tribunal de Recurso validou a decisão da primeira instância. Sentença de 46 anos de prisão (dos 50,5 anos impostos anteriormente) para xs dois principais arguidxs (Kostas Gournas e Nikos Maziotis e para Pola Roupa 49 anos) que assumiram a responsabilidade pela participação na organização e 6 anos (dos 7 impostos anteriormente) para ambos (E. Stathopoulos e Ch. Kortesis), que recusam as acusações.

Após a conclusão do processo judicial, os camaradas Vangelis Stathopoulos e Christoforos kortesis, que estavam fora da prisão com medidas restritivas nos últimos três anos, foram trazidos de volta à prisão para completar suas sentenças.

Carta do companheiro anárquico Fernando Bárcenas

via CONTRAINFO

tradução por tormentasdefogo

(10/10/2017)

Para xs companheirxs rebeldes

Eu escrevo para todxs aquelxs que constroem seus caminhos de autonomia, para lembrar que dentro desses muros tentamos arrebentar nosso tempo vital da maquinaria gerando momentos de lucidez em um mundo asfixianteFoi assim que, nesses anos, houve propostas de resistência, de combates isolados em áreas esquecidas, gritos perdidos na obscuridade, a momentos coletivos de organização informal no cotidiano do regime aberto, isto é, na população em geral, onde, há quase três anos, surgiu a ideia de criar um espaço diferente onde os prisioneiros podem gritar que já basta de tanta aniquilação, sabemos que o sistema penitenciário é projetado para sujeitar nossos corpos e nossas mentes à estrutura do comércio e é por isso que não vamos pedir que mudem, sabemos que o dinheiro é a linguagem dos poderosos e, por isso mesmo, não temos pedidos, agora queremos autogestionar nossas vidas nessas paredes, porque sabemos que o que seus programas de reabilitação social procuram é criar seres submissos, arrependidos e culpados e que, portanto, aceitem o trabalho escravo nas mãos dos funcionários da prisão.

Assim, surgiu a ideia de fundar uma biblioteca alternativa no auditório do Reclusório Norte. Mas para que cresça este projeto de autonomia e permitir o seu funcionamento, precisamos de seu apoio e solidariedade, porque dentro da prisão somos mais eficazmente reprimidos e por isso, este é um apelo a todxs aquelxs que sabem estar em guerra, nós precisamos de vocês, somente com vocês podemos alcançar a força para enfrentar a lógica podre do sistema…

Não nos deixe sós na construção de mais um espaço para a autonomia, nossa luta não é menos importante, também somos escravos, filhos da guerra, somos pobres, chamados criminosos e por isso, somos marginalizados, mas junto a vocês, demostraremos que somos capazes de viver a liberdade aqui e agora, mesmo estando entre muros de pedra…

É por isso que pedimos apoio para manter este projeto, a biblioteca autônoma no Reclusório Norte.

Com amor e força para todxs.

Fernando Bárcenas.”

PARA ENVIAR SOLIDARIEDADE:

Reclusorio Preventivo Varonil Norte: Calle Jaime Nuno no. 155, Colonia Guadalupe Chalma, Cuautepec Barrio Bajo, C.P. 07210, Ciudad de México

cna.mexico@gmail.com

“Sobre a situação jurídica do nosso companheiro Marcelo Villarroel… ou Como a vingança do estado se perpetua em silêncio

 

via publicacionrefractario

tradução tormentas de fogo

 

Em Setembro passado, no 4º Fiscalia Militar de Santiago, foi notificada a recusa da petição para prescrever as sentenças feita pelo nosso kompañerx Marcelo há vários meses.

Imediatamente, Marcelo apelou dessa recusa, deixando a resolução do recurso nas mãos do Tribunal Marcial, onde se reafirmou a referida recusa nos primeiros dias de outubro.

Estas condenações correspondem a algumas causas originadas por ações emoldurdas na antiga militância no Mapu-lautaro, organização em que nosso kompa era lutador ativo desde pouca idade e de que, ainda na prisão, em 1995, foi expulso por “desvios anarquistas”.

Marcelo cumpriu ininterruptamente 11 anos, dois meses e quinze dias a partir de 13 de outubro de 1992 até 28 de dezembro de 2003, restando sua prisão noturna até março de 2005, onde é concedido a chamada “liberdade condicional”, que o obriga a assinar um documento semanalmente até completar 20 anos de controle penitenciário.

Os primeiros dias de novembro de 2007 para Marcelo são marcados para ele pela participação no assalto ao Bank Segurity, ao lado de mais outros kompas, ação em que morreu um policial e que causou uma resposta do Estado sem precedentes. Marcelo decide passar à clandestinidade e, em fevereiro de 2008, em sua ausência, tem sua “liberdade condicional” revogada.

Em março de 2008, ele é detido na Argentina e, em setembro de 2014, ele é condenado a 14 anos por 2 assaltos à banco.

Nesse mesmo período, as penalidades relacionadas às antigas causas emanadas da sempre sinistra “Justiça Militar” foram revisadas, permanecendo da seguinte maneira:

– Associação ilícita terrorista: 10 anos e 1 dia.

– Danos a uma viatura com lesões graves aos carabineiros: 3 anos + 541 dias.

– Co-autoria de homicídio qualificado como terrorista: 15 anos e 1 dia.

– Roubo com intimidação, lei 18.314: 10 anos e 1 dia.

– Atentado explosivo contra embaixada da Espanha: 8 anos.

No total, essas condenações antigas totalizam 46 anos, estabelecendo como data de termino Fevereiro de 2056.

Há uma série de irregularidades nessa somatória e, embora a questão legal não é hoje nem foi ontem o nosso foco, acreditamos que se torna urgente e necessário enfrentar essa situação que à todas as luzes representa uma clara vingança contra um kompanheiro que mantém em alto suas convicções subversivas de corte autônomo e libertário que nunca abandonou o confronto direto pela libertação total, nem nunca renunciou à sua história de combate, deixando-o como mercadoria para livros ou prêmios para traficantes de histórias emprestadas, onde se refugiam centenas de renegadxs que perambulam por diferentes espaços pseudoradicais.

Nosso chamado é deixar a verborragia e os falsos gestos de solidariedade para enfrentar isso e cada uma das vinganças que vêm do Estado como uma política constante contra todxs aquelxs que não negam seus laços e convicções.

É hora de agir, de perceber que nenhum kompa na prisão está sozinhx.

PELA DESTRUIÇÃO DE TODAS AS PRISÕES!!!

ENQUANTO EXISTIR MISÉRIA, HAVERÁ REBELDÃO!!!

Pessoas próximas a Marcelo

Santiago-Valparaíso

Outubro de 2017