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ATENAS, GRÉCIA: GREEN NEMESIS – TERCEIRO ATO

Informe anônimo:

Em 28 de outubro, fizemos um duplo golpe na área de Zografou (atenas), queimando um caminhão refrigerado para o transporte de carne, usando um dispositivo incendiário. Nós também atacamos o carro de um caçador espalhando gasolina em seu interior. Também nos responsabilizamos pelo terceiro e imediato ato. Atacamos indiscriminadamente o que contribui para o encarceramento, abuso e miséria dos animais. Quer seja uma vitrine de cosméticos ou um açougueiro, etc.

ANTROPOCENTRISMO

Pessoas de idade mais avançada usavam os animais para seu benefício próprio. Com o desenvolvimento da tecnologia e seus meios, a exploração de animais cresceu, enquanto o valor da vida foi deteriorado. O antropocentrismo é responsável por levar milhões de animais à morte para se tornar alimento, e não apenas. Existem vários ramos da indústria e do mercado que realizam experimentos em animais. Além de que as pessoas ainda usam animais para seu próprio entretenimento.

A atitude da espécie humana fez com que esta pensasse ser mais importante que a natureza e qualquer outro animal, constantemente examinando maneiras de como lucrar com a destruição, a pilhagem, a domesticação e a morte de animais e terras. Nesse sistema de valores, os animais, na melhor das hipóteses, são objetos de uso e prazer, no sentido de que os seres humanos têm controle total dos quais como se fossem sua propriedade privada. É por isso que não nos surpreendemos quando os cidadãos, a mídia e a sociedade em geral ficam indignados ao ver um açougue vandalizado ou um veículo de transporte de carga queimado, cujo dono pratica caça, enquanto essas mesmas pessoas aplaudem festas e celebrações onde animais são sistematicamente torturados, humilhados e mortos, seja por diversão, seja simlesmente por “tradições”. Seguindo a mesma lógica, todas essas pessoas não se importam que a comida que enche as geladeiras e prateleiras dos supermercados venha de um interminável martírio de animais aprisionados em fazendas e fábricas, animais que estão sendo alimentados com antibióticos e outras drogas, crescendo em péssimas condições para que atinjam um peso e tamanho desejados durante um período mínimo de tempo. Todos nós vêmos animais de estimação sendo vendidos em lojas simplesmente para atender às necessidades de algumas pessoas, para fazê-las sentir que os animais as pertencem, ou para agradar o desejo impulsivo, os criando como bebês para que eles preenchem o vazio de sua inexistência e solidão. Nós também não vemos nenhuma dessas pessoas saindo de si quando outras estão envenenando, batendo, esfaqueando, matando e torturando cães e gatos “vira-latas”. Por isso, e por muitas outras razões, ainda escolhemos atacar os responsáveis e revidar um pouco, não só queimando suas propriedades e estruturas, sabotando bens de consumo e fluxo comercial, mas também, e por que não?, atacando-os também.

VEGANISMO E ANARQUIA

O veganismo em si é reformismo e não se trata de libertar animais ou causar dano a qualquer indústria. O antispecismo, em nossa opinião, compõe uma parte mais geral da anarquia e do antifascismo que, no país em que vivemos e agimos, não é muito compreensível. Todas as pessoas que respeitam a vida e a liberdade sabem muito bem o que precisa ser feito e é por isso que não estamos aqui para apontar o dedo em ninguém. É uma escolha pessoal e nada mais. Agora, o veganismo evoluiu através da indústria moderna para uma cultura de estilo de vida altamente pacifista que supostamente libera a consciência embora apenas legitime o dano econômico. Milhões de animais permanecem nas gaiolas esperando pela morte, na melhor das hipóteses, em indústrias e fazendas que usam táticas nazistas como em Auschwitz. Tudo isso é simplesmente uma teoria e, quando uma teoria não pode entrar em prática, nada mais é do que uma “filosofia”. Com o projeto Green Nemesis, alvejamos produtos de origem animal ou comercializados por empresas que exploram animais durante sua produção, sendo ainda mais um critério o fato de compor o cardápio para a seia de natal. Através desta ação, não temos a ilusão de que vamos fechar as empresas ou parar o sofrimento dos animais, mas queríamos fazer uma pequena perda financeira para as empresas gigantes.

A LUTA POR LIBERAÇÃO TOTAL NÃO É CLASSISTA

A usurpação e exploração de animais não só é apoiada apenas pela indústria e pelo capitalismo, mas também por pessoas comuns de todas as classes sociais – pobres, trabalhadores, classe média e ricos.

É por isso que não fazemos distinção entre grandes empresas ou pequenas lojas de bairro, pois todas fazem parte de um mesmo sistema. Com a mesma raiva, nós vamos quebrar um açougue pequeno, e, com a mesma raiva, vamos queimar as instalações de uma grande empresa ou colocar uma bala na cabeça dos responsáveis por esses “empregos”.

Apoiamos qualquer forma de ataque com consistência contra aqueles que torturam e lucram às custas dos animais em todos os meios possíveis, e não só somos capazes apenas de causar danos materiais. Não só somos capazes de atacar locais de trabalho, lojas ou meios utilizados para a criação de animais, mas também apoiamos todas as formas de ataque às suas casas e suas propriedades privadas.

– Nós estamos cansados de ações “simbólicas” com intuito de não prejudicar ninguém ou com sabotagens sem impacto, ou ações feitas para ficar de consciência limpa ou para ganhar algum mérito, enquanto os responsáveis pela chacina vivem uma vida pacífica sem medo.

– Nós estamos nos cansando do ativismo e da mentalidade ativista que quer ser amigável com todo mundo, sem prejudicar ninguém emocionalmente, convencendo a todos de que são pessoas justas e estão salvando animais e terra, sem que ninguém suje as mãos e arrisque sua segurança.

– Agora, nós estamos cansados da mentalidade pacifista e daqueles que estão assustados com o que dizemos e com o que fazemos porque estamos promovendo ataques a pessoas através de todos os meios possíveis. Vocês acreditam que ao possuir e propagar um estilo de vida vegan, vocẽs farão alguma coisa? Nós sabemos e temos certeza de que a exploração dos animais e a destruição do meio ambiente não vão parar, mas pelo menos vamos revidar um pouco da chacina que promovem. Toda nossa certeza é de que não permaneceremos em silêncio.

INCENDIÁRIXS VERDE E NEGRO

Faixa em solidariedade com xs perseguidxs pela operação érebo

recebido via e-mail 21/02

Algumas palavras em solidariedade com xs anarquistas perseguidxs pela
operação Erebo em Porto Alegre (RS), desde algum lugar, no território
controlado pelo estado brasileiro e o capitalismo global.

Há quase 4 meses, uma operação policial liderada pelo delegado Jardim
invadiu casas particulares e espaços coletivos na cidade de Porto
Alegre. Várias pessoas e espaços acabaram sendo alvo dessa operação e
alguns livros editados pela biblioteca anárquica Kaos foram usados como
elementos comprobatórios para perseguir xs anarquistas.

Não pretendemos, nesse texto, voltar sobre a maneira como a imprensa
brasileira levou o caso, mesmo se vale a pena ressaltar a pertinência
com a qual a imprensa manipula as massas com o objetivo de manter uma
paz social titubeante.

Mesmo com todos os esforços do aparato policial-midiático por
despolitizar algumas propostas anarquistas- buscando encontrar alguma
“legitimidade” política em perseguir xs anarquistas “do mal”
aproveitando diferenças e buscando criar divisões entre tendências
diversas do anarquismo- a solidariedade combativa anarquista se manteve
em pé, e os punhos ficaram fechados aos inimigos!

Como acreditamos que a solidariedade é uma arma contra as tentativas
repressivas e contra o esquecimento e que também sabemos que ela deve
ser mais do que palavra para vibrar nos corações dos rebeldes, mandamos
essa mensagem simples mas, acreditamos, importante.

Penduramos uma faixa em solidariedade com xs anarquistas perseguidxs de
Porto Alegre. Para todxs aqueles que estão brigando contra as tormentas
da solidão e as intempéries da incerteza. Para todxs aqueles cuja vida
foi/está sendo perturbada por essa onda repressiva e que não baixaram
nem os braços, nem a cabeça!

Para todxs aqueles que, fazem frente as dificuldades despertando-se cada
manhã com a convicção de ter cruzado o ponto de não retorno.
Nunca nos poderão parar!

O contexto político-econômico no Brasil e da América Latina está cada
vez mais repressivo com os movimentos sociais. O clima político tem
sabor um sabor amargo para todxs xs que se opõem, de maneira geral, aos
avances do capitalismo devastador. Há uns dias, 12 famílias indígenas do
sul do Brasil foram torturadas, atingidas por balas de borracha e balas
de verdade pelo simples fato de reivindicar suas terras, que por certo,
lhes foram prometidas há quase 30 anos*!

Também tem esse sabor para as grandes “minorias” dessa sociedade
doente, que se vêm alvos de uma cada vez maior “limpeza social” em prol
de grandes empreendimentos, frutos do “progresso” e do
“desenvolvimento”. O governo mata “legalmente” mandando as forças
armadas do exército “limpar” as favelas** e o faz também organizando
“feiras agrícolas” cujo dinheiro é investido na “segurança” dos
fazendeiros podres e na matança dos índios e camponeses que se atrevem a
retomar, com suas próprias mãos, suas terras invadidas***.

Que não se enganem, terrorista é o Estado e violento o sistema que quer
nos impor uma vida que nunca escolhemos.

Os debates sobre a legitimidade da violência são um falso debate. Nunca
estaremos do lado de quem gosta de viver como escravo…

Os mesmos que celebram insurreições passadas, hoje condenam qualquer
impulso de violência libertadora, isso, sob pretextos diversos como o
fato de nos vivermos em uma “democracia”. Democracia, tecnocracia,
Ditadura, todos os regimes político-econômicos merecem de ser atacados,
nunca são e nunca poderão ser outra coisa que a expressão do poder
coercitivo e da dominação de uns poucos sobre o resto.

A articulação entre poder centralizado e capitalismo é inerente a
qualquer sociedade moderna globalizada e achar que se pode destruir o
capitalismo sem, junto, destruir as estruturas do poder estatal é uma
ilusão que nutrem alguns partidos de esquerda para seduzir almas
revolucionárias e assim ganharem alguns votos a mais nas próximas
eleições. Sejam de esquerda ou de direita quem governa, para eles, as
vidas dos Guarani Kaiowá, sempre valerão menos que a os benefícios da
exportação de toneladas de soja.

Se, no governo “Dilma” a limpeza social, a lei antiterrorismo, a
correria rumo a cada vez mais progresso e a perseguição política contra
os anarquistas estavam à ordem do dia, hoje, militantes do PT e do MST e
de toda a esquerda “radical” partidária tornam-se também alvos de
perseguição política.

Se ultimamente nos encontramos nas ruas para lutar, não esqueçamos porém
das profundas diferenças ideológicas e políticas que nos separam. Mesmo
se acreditamos que devemos repensar estratégias e tácticas de luta no
contexto atual, é interessante que nos questionemos sobre o papel/lugar
que jogamos no tabuleiro de xadrez da política regional, nacional (e
internacional), isso, justamente para não acabar sendo um dos peões
usados para ganhar a partida. A história tem muito a nos ensinar sobre
isso…

Mais que repostas, apontamos a provocações para refletir o panorama
atual e imaginar estratégias e ações que sigam espalhando a guerra
social.

As ondas repressivas contra xs que lutam buscam amedrontar e paralisar
qualquer tentativa de oposição ao sistema. É justamente o que não
podemos deixar que aconteça. Buscaremos os jeitos para, de qualquer
maneira, seguir lutando contra um sistema e um modo de vida que além de
não nos satisfazer enquanto indivíduos, baseia seus valores na dominação
e na exploração de uns poucos contra o resto.

A opressão, a dominação e a exploração devem ser atacadas desde suas
raízes e de forma radical. Não existem métodos prontos para isso, só se
tem a combinação da memória histórica com a imaginação criativa para
inventar, pensar, experimentar estratégias de luta em esse contexto cada
vez mais adversos.

Que essa pequena mensagem, como uma chama de revolta, ilumine o coração
dxs companheirxs perseguidxs….

Força e solidariedade combativa com xs anarquistas perseguidxs pela
Operação Érebo!

Com, na memória insurreta Guilherme Irish e Samuel Eggers presentes!

Viva a anarquia

Viva a Insurreição!

*No dia 17 de fevereiro de 2018, 12 famílias Kaingang em Passo Fundo
foram espancadas pelo BOE. Estavam ocupando uma aera do DNIT
reivindicando a demarcação das suas terras:

http://desacato.info/familias-kaingang-sao-espancadas-pela-policia-militar-em-passo-fundo-rs/

e

https://www.cimi.org.br/2018/02/policia-militar-agride-e-tortura-familias-kaingang-no-rio-grande-do-sul/

**
http://anovademocracia.com.br/noticias/8264-intervencao-no-rio-militares-querem-invadir-arbitrariamente-casas-de-moradores-em-favelas
e
http://anovademocracia.com.br/noticias/8254-intervencao-no-rio-forcas-armadas-vao-comandar-a-guerra-civil-contra-o-povo

*** Sobre esse tema ver o filme Martírio, ele traz informações
interessantes sobre os vínculos entre seguranças privados nas fazenda,
políticos e fazendeiros.

[Copenhague, Dinamarca] Embaixada argentina Vandalizada

recebido via e-mail

tormentasdefogo@riseup.net

“Na noite entre o dia 17 e 18 de Outubro, nós vandalizamos a entrada da embaixada argentina em Copenhague com tinta. Nós também escrevemos o nome de Santiago Maldonado e um A circulado.

Nós fizemos isto porque o estado argentino é responsável pelo desaparecimento do anarquista Santiago Maldonado que aconteceu há mais de dois meses atrás. Alguns dias após nossa ação, nós ouvimos a triste notícia que seu cadáver foi encontrado. O estado e a polícia são responsáveis! Nós estamos com raiva!

Anarquistas”

 

Viña del Mar, Valparaíso. Bloqueio de via no Canal Chacal

via CONTRAINFO

tradução por TDF

13/09/2017

https://es-contrainfo.espivblogs.net/files/2017/09/01-2.jpg

Tanto a democracia como a ditadura assassinam, reprimem e desaparecem a todxs aquelxs que se colocam de pé em luta e resistência contra o avanço da devastação capitalista através dos diferentes territórios.

Já se completa um ano do assassinato de MACARENA VALDES nas mãos de sicários da empresa RP Global, por enfrentar a instalação de uma central hidelétrica no terreno de Tranguil, também já se completa 12 anos do desaparecimento de OSE HUENANTE nas mãos da polícia bastarda na região de Puerto Montt.

Já se passa quase mais de um mês do desaparecimento de SANTIAGO MALDONADO nas mãos do estado argentino, por solidarizar com a luta de resistência Mapuche, nossa resposta é clara, NÃO DAREMOS O OUTRO LADO DO ROSTO FRENTE A VIOLÊNCIA COTIDIANA DE SOFREM NOSSXS COMPAS DE LUTA, NOS LEVANTAMOS E QUEBRAMOS A PASSIVIDADE DA ROTINA CIDADÃ COMO UM GESTO DE MEMÓRIA E AÇÃO SOLIDÁRIA COM TODAS AS LUTAS QUE SE LEVANTAM EM RESISTÊNCIA E OFENSIVA PELA LIBERTAÇÃO DA TERRA E DEFESA DOS TERRITÓRIOS.

SOLIDARIEDADE COM XS PRESXS MAPUCHES DO CASO IGLESIAS QUE ESTÃO HÁ MAIS DE 90 DIAS EM GREVE DE FOME, A TODXS QUE FORAM CONDENADXS NO CASO LUCHSINGER-MACKAY, E COM TODXS XS PRESXS SUBVERSIVXS AO REDOR DO MUNDO.

CLAUDIA LOPEZ, MACARENA VALDES E TODXS XS CAÍDXS, SEMPRE PRESENTES!

https://es-contrainfo.espivblogs.net/files/2017/09/02-2.jpg

 

 

Faixa pendurada no prédio EKH

via CONTRAINFO

tradução Tormentas de Fogo

“Uma faixa foi pendurada ao lado de fora do EKH (centro autônomo e projeto de convivência) em Viena, Austria, em solidariedade à Santiago Maldonado.

https://en-contrainfo.espivblogs.net/files/2017/09/asdf.jpg

SOLIDARIEDADE É UMA ARMA!”

 

Rouvikonas: Ataque contra a empresa de aviação Turkish Airlines

13/09/2013

“Anúncio:

Contra a perseguição de lutadorxs, ninguém pode permanecer neutro ou imparcial. Nós, tendo nossos pensamentos em Nuriye, Semih e todos xs compas e que sacrificam suas vidas e liberdade com a visão de outro mundo, atacamos aos escritórios da Turkish Airlines.”

via Athens Indymedia

Fogo em solidariedade

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Essa noite, um veículo da Orange (empresa de telecomunicações) foi queimado no estacionamento dos correios da rua Sadi Carnot em Bagnolet (terrirótio sob domínio do estado francês). Cestas plásticas, cabos e fibra óptica queimam muito bem… e não é tão difícil assim!

Um salve às pessoas incendiárias de transmissores, para todxs aquelxs que entram na jogada. Morte à resignação, morte à política!

Um pensamento de solidariedade com Kara e Kreme e para anarquistas italianxs afetados pela repressão do caso em Florença e a operação Scripta Manent

FOGO E CHAMAS CONTRA ESSE MUNDO!

via ANARHIJA

 

“DESTRUIR A ARGENTINA!”

via CONTRAINFO :

“Essas não são apenas “palavras”: passamos à “fase” da ação direta e mentem sobre nós porque somos temidxs. Nem tudo o que acontece se vê nos jornais do sistema! Nem nos nossos tampouco! E tudo corre muito rápido, compas. Vertigo revolucionário, que sacode o coração: era o que queríamos e, finalmente, o que temos. Não vamos nos bajular loucamente. Como bem advertem xs lindxs cúmplices de Portugal, sejamos inteligentes: nem “anarquismo de bibliotecas”, nem “punkeragem autodestrutiva”, certo? Não inventamos nada. Somos a galera que conheceu el Lechu e que nos escutem bem, essas pessoas que, agora, o reivindicam como figura pública. Ele é, como dizem, um dxs nossxs: ANARQUISTA! Inimigo do Estado, do capital e da merda de “paz social” dessas pessoas que agora (…que caia um raio na cabeça de quem o chama de “ayahuasquero”) ficam aí choramingando, fazendo politicagem com nosss ideais. Não somos “infiltradxs”, como os cúmplices do espetáculo cacarejam toda vez que a paixão pela revolta anárquica arde.

No dia 31 de Agosto, o edifício do GEOF ardeu em chamas… Grupo Especial de Operação Federal “antiterrorista” em pleno bairro burguês de Palermo… em pleno centro de Buenos Aires, e a mídia de merda ocultou; fizeram a mesma coisa com muitas ofensivas que, sequer passaram por suas cabeças, puderam golpear seus centros de poder.

Sede central do grupo GEOF da Argentina.

Após a manifestação, no dia 1 de setembro, o 35o batalhão da Gendarmeria quase foi incendiado com molotovs (eram “infiltradxs”, também?).

Em La Plata, queimamos uma parte do senado e, na sequência, houve um atentado no ministério de segurança, com um gendarme ferido e carros queimados, sem detidxs.

Depois do ato em Buenos Aires, onde 31 pessoas foram detidas, sem sequer estar na barricada da Avenida de Mayo, a mídia voltou a dizer que tudo estava calmo até que uns vinte encapuçados avançaram no palácio do governo e estiveram, por pouco, perto de incendiar sua sede imunda.

Não acabou por aí: a sede da gendarmeria foi destroçada numa ação coordenada de muito risco e muita valentia.

Não dá para deixar de mencionar a repressão em Córdoba! Policiais entraram em vários espaços anarquistas (informações sobre isso estão circulando nas redes), na capital da província, e levaram bumbos e faixas. O jornal fascista “La Nación” agora mesmo mira a ex FLA (federação anarquista argentina), hoje convertida em Ateneu Anarquista, estejamos alerta… Se tocam a umx, tocam a todxs e, mesmo que a repressão avance nós tornaremos realidade seus piores pesadelos.

Agradecemos à CONTRAINFO por seu trabalho e também à todxs que (em todas as partes) apoiam nossa luta até a morte contra toda autoridade.

M@K(I) Movimento Anárquico Kósmico Informal

SANTIAGO PRESENTE SEMPRE, GUERRA AO ESTADO ASSASSINO. NÃO DESISTIREMOS JAMAIS. VAMOS DESTRUIR SEU SISTEMA!!! E QUE O MEDO SE DISSOLVA: ANARQUIA, ANARQUIA AGORA!

La Paz, Bolívia: Ataque com artefato incendiário contra a embaixada argentina

Há momentos em que as ações falam por si só

Santiago, Chile: Ação incendiária às vésperas de um novo 11 de Setembro

Desde o território dominado pelo estado Chileno

No dia 1 de Setembro, cerca de 50 encapuchadxs ergueram barricadas e confrontaram a polícia com coquetéis Molotov em frente à antiga universidade UMCA, localizada na rua Macul com a rua Grecia. A ação marcou as vésperas de mais um desfile militar em comemoração ao 11/09/1973, dia de início da ditadura militar no Chile.

Por sua vez, pessoas desconhecidas também ergueram barricadas na Faculdade de Filosofia da Universidade do Chile.

A ação terminou sem nenhuma pessoa detida.

via CONTRAINFO